Antioxidantes para Panificação – Pantec https://pantec.com.br Wed, 28 Dec 2022 03:27:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://pantec.com.br/wp-content/uploads/2018/04/cropped-logo-pantec-32x32.png Antioxidantes para Panificação – Pantec https://pantec.com.br 32 32 O que são alimentos antioxidantes e como eles podem te ajudar https://pantec.com.br/o-que-sao-alimentos-antioxidantes-e-como-eles-podem-te-ajudar/ https://pantec.com.br/o-que-sao-alimentos-antioxidantes-e-como-eles-podem-te-ajudar/#respond Wed, 18 Jan 2023 02:39:00 +0000 https://pantec.com.br/?p=1823 A Pantec trabalha com uma variedade interessante de insumos para o mercado de panificação, e reúne diversos grupos de conservantes para os mais diversos propósitos. Neste artigo, vamos falar especificamente sobre os alimentos antioxidantes, voltados especificamente para a prevenção da saúde. Definição de alimentos antioxidantes Os alimentos antioxidantes são aqueles que contêm substâncias químicas que […]

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Alimentos Antioxidantes

A Pantec trabalha com uma variedade interessante de insumos para o mercado de panificação, e reúne diversos grupos de conservantes para os mais diversos propósitos. Neste artigo, vamos falar especificamente sobre os alimentos antioxidantes, voltados especificamente para a prevenção da saúde.

Definição de alimentos antioxidantes

Os alimentos antioxidantes são aqueles que contêm substâncias químicas que podem ajudar a proteger as células do corpo contra os danos causados pelos radicais livres, que são moléculas instáveis que podem danificar as células e levar a problemas de saúde, como doenças cardíacas e câncer. Alguns exemplos comuns de alimentos antioxidantes incluem:

  • frutas, 
  • verduras, 
  • nozes e sementes.

Tipos de alimentos antioxidantes conhecidos

Existem muitos tipos de alimentos antioxidantes, e alguns são mais comuns do que outros. Alguns exemplos de alimentos antioxidantes incluem:

  • Frutas: frutas como mirtilos, morangos, amoras, goiabas, laranjas, kiwis e abacaxi são ricas em antioxidantes. Algumas frutas também contêm antioxidantes especiais, como o licopeno em tomates e o resveratrol em uvas.
  • Verduras: verduras como brócolis, couve, espinafre, repolho e cenoura são ricas em antioxidantes. Algumas verduras também contêm antioxidantes especiais, como a quercetina em cebolas e a luteína em espinafre.
  • Nozes e sementes: nozes como amêndoas, nozes e nozes pecã são ricas em antioxidantes, assim como sementes como sementes de linhaça, chia e gergelim.
  • Grãos integrais: grãos integrais, como aveia, arroz integral e trigo integral, são ricos em antioxidantes.
  • Chá: o chá verde é rico em antioxidantes chamados catequinas, enquanto o chá preto contém antioxidantes chamados polifenóis.
  • Ervas e temperos: algumas ervas e temperos, como alecrim, manjericão e orégano, são ricos em antioxidantes.

Benefícios dos antioxidantes para a saúde

Os antioxidantes são importantes porque podem ajudar a proteger as células do corpo contra os danos causados pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar as células e levar a problemas de saúde, como doenças cardíacas e câncer. Os antioxidantes podem ajudar a neutralizar os radicais livres e, assim, proteger as células do dano.

Além disso, alguns estudos sugerem que os antioxidantes podem ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, derrames cerebrais e alguns tipos de câncer. Eles também podem ajudar a diminuir os sintomas de doenças crônicas, como artrite e asma.

Como investir em alimentos antioxidantes no setor alimentício?

Para um negócio de panificação, você pode considerar adicionar alimentos antioxidantes aos seus produtos, como frutas e nozes em bolos e pães, ou usar farinhas de grãos integrais, que são ricas em antioxidantes. Você também pode oferecer opções de pão sem glúten, como pão de aveia ou pão de arroz, que são ricos em antioxidantes e podem atrair clientes que procuram opções mais saudáveis.

Outra opção é oferecer sucos ou smoothies com frutas e verduras antioxidantes, como mirtilos, morangos, espinafre, couve e brócolis. Além disso, você pode adicionar sementes, como sementes de linhaça, chia e gergelim, que são ricas em antioxidantes e podem ser usadas como coberturas para pães e bolos ou como ingredientes em outros produtos.

Os antioxidantes conhecidos para panificação

Na panificação, os antioxidantes mais comuns na panificação incluem a BHA (butil-hidroxianisole) e a BHT (butil-hidroxitolueno), além do ácido ascórbico. Esses antioxidantes sintéticos são adicionados a produtos de panificação, como biscoitos e cereais, para ajudar a prolongar sua vida útil e evitar que se tornem rançosos.

Comece a investir com a Pantec!

A Pantec vai garantir o máximo de eficiência na produção de insumos e antioxidantes ideais para a panificação. Sendo facilmente encontrado em uma variedade grande de alimentos, os antioxidantes são fundamentais para a alimentação.

Conte com a Pantec para dar início ao seu projeto na indústria alimentícia, em grande escala. Estamos à sua disposição.

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Para que serve ácido ascórbico? Saiba tudo!aci https://pantec.com.br/para-que-serve-acido-ascorbico-saiba-tudo/ https://pantec.com.br/para-que-serve-acido-ascorbico-saiba-tudo/#respond Tue, 27 Dec 2022 04:18:00 +0000 https://pantec.com.br/?p=1812 Um dos conservantes mais conhecidos da indústria alimentícia, cosmética, e além, o ácido ascórbico possui uma série de funções positivas para o organismo, que deve ser investida com cautela, tanto quanto qualquer outro tipo de conservante. Suas ações como antioxidante, a quantidade de vantagens oferecidas pelo mesmo, em suas diversas apresentações, o faz indispensável para […]

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Um dos conservantes mais conhecidos da indústria alimentícia, cosmética, e além, o ácido ascórbico possui uma série de funções positivas para o organismo, que deve ser investida com cautela, tanto quanto qualquer outro tipo de conservante. Suas ações como antioxidante, a quantidade de vantagens oferecidas pelo mesmo, em suas diversas apresentações, o faz indispensável para o dia a dia.

A importância do Ácido Ascórbico para o organismo

Para quem ainda não conhece, o ácido ascórbico é o outro nome dado a Vitamina C. Presente em uma quantidade expressiva de alimentos, como frutas e alguns legumes, o nutriente é produzido de maneira sintética, o que garante o aumento e abrangência de uso.

A vitamina C é produzida de maneira artificial através de uma série de reações químicas a partir de fontes de glicose, como a sacarose ou o milho. A primeira etapa da produção envolve a conversão da glicose em ácido dehidroascórbico (DHAA) através da reação com hidróxido de sódio. O DHAA é então oxidado para formar ácido L-ascórbico, que é o ácido ascórbico purificado.

Ele é um nutriente importante para o corpo humano, pois atua como um potente antioxidante e desempenha um papel importante na síntese de colágeno, um componente-chave da pele, dos ossos e dos tecidos conectivos.

Como o ácido ascórbico é usado na indústria?

Na indústria alimentícia, o ácido ascórbico é utilizado como um conservante natural e é adicionado a muitos alimentos processados ​​para prolongar sua vida útil. Sua função é evitar a oxidação de alimentos, como frutas e legumes frescos, e é frequentemente adicionado a produtos de panificação e cereais matinais para melhorar sua aparência e sabor. Além disso, o ácido ascórbico é frequentemente adicionado a bebidas, como sucos e refrigerantes, para dar um sabor cítrico.

O ácido ascórbico também é utilizado em muitos outros segmentos, incluindo medicina, cosméticos, produtos de limpeza e indústrias de papel e couro. Ele é frequentemente adicionado a medicamentos para ajudar a prevenir a decomposição e aumentar a estabilidade. 

Na indústria de cosméticos, ele é adicionado a produtos de cuidados com a pele para ajudar a proteger contra os danos causados ​​pelo sol e ajudar a promover a cicatrização de feridas. Também é adicionado a produtos de limpeza para ajudar a remover manchas e odores. Na indústria de papel e couro, ele é utilizado como um agente branqueador e clareador.

Utilizando o ácido ascórbico em seus produtos

O ácido ascórbico pode ser adicionado aos alimentos de diversas maneiras. Ele pode ser adicionado diretamente aos alimentos em pó ou líquido, ou pode ser incorporado em uma formulação de outro produto alimentar, como um suplemento ou um suco de frutas.

Quando utilizado na indústria alimentícia, o ácido ascórbico segue as diretrizes estabelecidas pela Anvisa. Por isso é importante tomar cuidado para evitar a adição excessiva, pois ele pode causar efeitos colaterais indesejáveis em algumas pessoas., como diarreia e cólicas estomacais, 

Aqui estão alguns exemplos de como o ácido ascórbico pode ser usado na indústria alimentícia:

  1. Como conservante: o ácido ascórbico é um conservante natural que prolonga a vida útil de alimentos frescos e processados, como molhos, queijos e doces, por exemplo. Ele pode ser adicionado a soluções de água para imersão de frutas e legumes para evitar o escurecimento ou a oxidação.
  2. Como agente de branqueamento: o ácido ascórbico pode ser usado como um agente de branqueamento em alimentos frescos e processados para evitar o escurecimento durante o processamento.
  3. Como agente de cor: o ácido ascórbico pode ser usado como um agente de cor para aplicação em alguns tipos de bebidas, como sucos de frutas e refrigerantes.
  4. Em suplementos vitamínicos: o ácido ascórbico é comumente adicionado a suplementos vitamínicos para aumentar o teor de vitamina C.
  5. Em alimentos fortificados: o ácido ascórbico também pode ser adicionado a alimentos fortificados, como farinhas e cereais, para aumentar o teor de vitamina C.
  6. Para evitar a oxidação de alimentos: o ácido ascórbico pode ser usado como um aditivo alimentar para evitar a oxidação de alimentos, como a carne vermelha, e para melhorar a qualidade do pão.

Invista no ácido ascórbico com a Pantec! 

A Pantec é uma das pioneiras na comercialização de conservantes e aditivos voltados principalmente para panificação, porém igualmente cobrindo outros setores alimentícios. Seguindo todas as orientações da Anvisa, temos à disposição o ácido ascórbico para que faça seu investimento com sabedoria, e melhor ainda, com economia. 

Entre em contato conosco e faça seu orçamento! Estamos prontos para cobrir todas as particularidades para seu ácido ascórbico, antecipando grandes períodos de vendas como páscoa e natal. Até o próximo artigo!

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Antioxidantes bha e bht: saiba suas funcionalidades https://pantec.com.br/antioxidantes-bha-e-bht-saiba-suas-funcionalidades/ https://pantec.com.br/antioxidantes-bha-e-bht-saiba-suas-funcionalidades/#respond Sat, 12 Nov 2022 04:06:47 +0000 https://pantec.com.br/?p=1801 Quando se passa a investir em conservantes, é natural que encontre uma infinidade de siglas, com algumas se repetindo em maior frequência, como é o caso dos antioxidantes bha e bht. O BHT e o BHA são antioxidantes presentes principalmente nos seguintes produtos: Medicamentos; Cosméticos e maquiagem: Protetores solares; Desodorantes; Antitranspirantes; Perfumes; Cremes, Rações animais; […]

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Quando se passa a investir em conservantes, é natural que encontre uma infinidade de siglas, com algumas se repetindo em maior frequência, como é o caso dos antioxidantes bha e bht.

O BHT e o BHA são antioxidantes presentes principalmente nos seguintes produtos:

  • Medicamentos;
  • Cosméticos e maquiagem:
  • Protetores solares;
  • Desodorantes;
  • Antitranspirantes;
  • Perfumes;
  • Cremes,
  • Rações animais;
  • Alimentos.
    • Manteiga;
    • Bacon;
    • Carnes;
    • Doces;
    • Cervejas;
    • Farofas prontas;
    • Fast foods.

A função em todos os casos é a mesma, a de manter os produtos ativos por mais tempo. Dessa maneira, há de se pensar que com usos tão distintos eles sejam muito nocivos à saúde. Mas como iremos ver adiante, não se trata disso, muito pelo contrário. 

Principais efeitos dos Antioxidantes bha e bht

Qualquer alimento, após um determinado tempo exposto aos efeitos externos, em uma fase chamada oxidação lipídica. Em suma, são uma série de reações químicas que deterioram o alimento naturalmente, trazendo efeitos bem diferentes, de acordo com o alimento. Um exemplo bem conhecido é o ranço em alimentos com gordura, e sabores diferentes. 

Os antioxidantes bha e bht são compostos fenólicos, que embora sejam encontrados em abundância na natureza de forma natural, são possíveis de serem produzidos em laboratório.

Sua principal função é justamente agir contra esses efeitos causados pela oxidação lipídica em sua etapa de iniciação, por serem considerados antioxidantes primários, renovando a ação celular e mantendo os alimentos duráveis por mais tempo.  

Efeitos similares podem ser atribuídos em cosméticos. Neles, o BHA e o BHT traz efeitos antioxidantes e de renovação celular, garantindo uma pele mais rica e jovem por muito mais tempo. 

Outros nomes do BHA e BHT

Normalmente, é possível encontrar as quantidades de BHA e BHT nas embalagens dos produtos em que são utilizados, mas é bem comum não vê-las exatamente com esses nomes. Você pode conferir a relação a seguir, não esquecendo de manter os mesmos valores nutricionais.

  • butylated hydroxyanisole;
  • butylated hydroxytoluene;
  • antioxyne b;
  • antrancine 12;
  • eec n°e320;
  • embanox; 
  • nipantiox 1-f;
  • protex;
  • sustane 1-f;
  • tenox BHA;
  • DBPC; 
  • advastab 401;
  • agidol;
  • agidol 1;
  • alkofen BP;
  • antioxidant 29;
  • antioxidant 30;
  • antioxidant 4;
  • antioxidant 4K;
  • antioxidant KB;
  • antrancine 8.

Quais os efeitos colaterais do BHA e BHT?

O uso de antioxidantes desse tipo são discutíveis. O mais conhecido é de que a presença de ambos podem estimular a produção de mutagênicos responsáveis pela formação de dna cancerígenos. Outros efeitos conhecidos incluem reações alérgicos, bem como aumentar os níveis de colesterol.

Contudo, não há uma comprovação científica fidedigna que comprove essas afirmações,tanto para pessoas como para animais no caso de uso em rações. Além disso, assim como o uso de outros conservantes e antioxidantes, sua regulamentação é feita pela Anvisa, o que evita quaisquer possibilidades de efeitos colaterais nocivos para a saúde. 

Regulamentação do BHA e BHT

Como dito antes, esses antioxidantes são devidamente regulados pela Anvisa, mas não só ela. Suas regulações são feitas pela FDA, que determinou um limite de uso de 200 ppm de gordura ou óleo. O órgão regula os avanços nas pesquisas de ambos os antioxidantes, para que não deixem de ser utilizados na indústria. 

No Brasil, ambos são regulados desde 22 de Maio de 1996, pela Portaria N° 239. Seu lmiite máximo é de 50 mgl kg. 

Vale a pena o investimento em antioxidantes BHA e BHT?

Assim como o investimento em qualquer outro tipo de conservante, os antioxidantes BHA e BHT devem estar de acordo tanto com a proposta dos seus produtos, como sua estratégia de investimento. 

Por atribuírem mais tempo de conservação nos alimentos e produtos em que são aplicados, o BHA e BHT valem à pena, desde que o investimento seja feito nos níveis corretos e direcionados. 

Feitos de maneira adequada, investir em antioxidantes para seus produtos vale muito a pena, e a Pantec oferece toda a assessoria e produtos para investir nos antioxidantes bha e bht, e outros, com qualidade. Entre em contato conosco!

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Nova rotulagem de alimentos pela Anvisa – você deve se preocupar ou não? https://pantec.com.br/nova-rotulagem-de-alimentos-pela-anvisa-voce-deve-se-preocupar-ou-nao/ https://pantec.com.br/nova-rotulagem-de-alimentos-pela-anvisa-voce-deve-se-preocupar-ou-nao/#respond Fri, 04 Nov 2022 02:51:01 +0000 https://pantec.com.br/?p=1794 Em 2020, foi aprovada uma nova rotulagem de alimentos pela Anvisa, que entre as várias particularidades do processo, estão a redução dos níveis de sódio, gordura e açúcar na produção de alimentos, em todos os segmentos alimentícios. Embora na teoria isso pareça um avanço na busca por uma saúde melhor, na prática isso abre precedentes […]

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Em 2020, foi aprovada uma nova rotulagem de alimentos pela Anvisa, que entre as várias particularidades do processo, estão a redução dos níveis de sódio, gordura e açúcar na produção de alimentos, em todos os segmentos alimentícios. Embora na teoria isso pareça um avanço na busca por uma saúde melhor, na prática isso abre precedentes nada agradáveis, e vamos te mostrar o porquê.

Além da redução de açúcar, sódio e gordura nos alimentos, as novas regras estabelecem mais informações a respeito de rótulos com informações nutricionais mais eficientes nas embalagens, e até mesmo adoçantes entram na lista, com alterações sensíveis em sua composição.

Antes de entrarmos na discussão a respeito dessas mudanças, que já vão entrar em vigor em outubro de 2022, cabe explicar com mais detalhes como essas mudanças vão funcionar, e quais são os riscos reais sobre sua implementação. E não, não estamos falando especificamente em vendas.

Como funcionará a nova rotulagem de alimentos pela Anvisa?

A rotulagem determinada pela Anvisa, conhecida como RDC nº 429/2020 de 09/10/2020, passa a valer a partir de 09/10/2022. Entre os requisitos mudanças exigidas, as principais podem ser elencadas da seguinte maneira:

  • Redução nos níveis de sódio, gordura e açúcar.
  • Maior clareza nas informações nutricionais presentes nos rótulos.
  • Se houver altos teores de um dos elementos citados, deve-se apresentar um alerta na parte frontal da embalagem, com distinções para cada um deles.

Quanto às restrições em si, foram estabelecidas da seguinte maneira.

Alimentos sólidos e semissólidos

  • Sódio: quantidade maior ou igual a 600mg por 100g de alimento.
  • Gordura: maior ou igual a 6g por 100g de alimento.
  • Açúcar: quantidade maior ou igual a 15g de 100g do alimento. 

Alimentos líquidos

  • Sódio: quantidade maior ou igual a 300mg de sódio por 100ml do alimento.
  • Gordura: quantidade maior ou igual a 3g por 100ml do alimento.
  • Açúcar: quantidade maior ou igual a 7,5g por 100ml do alimento. 

Alterações na tabela nutricional

Junto dessas mudanças técnicas em geral, as alterações na tabela nutricional se tornaram ainda mais específicas. Vamos destacar aqui, para sua marca não ficar para trás:

  • Melhorias nas informações nutricionais.Quanto mais específico e claro para o consumidor, melhor.
  • Inclusão de novos nutrientes de relevância para saúde exigidos na lista de declaração obrigatória, além das mudanças recentes. 
  • Inclusão da declaração dos valores nutricionais por 100g, facilitando as comparações de nutrientes.
  • Declarações do número de porções na embalagem.

Todas essas mudanças passam a valer em outubro, então quanto antes forem trabalhados, melhor.

Qual o impacto das mudanças na nova rotulagem para a indústria?

Seja destacando produtos que já estão dentro das novas normas, seja mudando a fórmula dos produtos presentes, é um fato: o que tem “disruptivo”, também tem de arriscado para marcas, e para os clientes também.

No aspecto positivo, temos uma forma mais fácil de informar e elucidar os consumidores, deixando mais claro os elementos presentes para uma escolha segura. Essa é uma demanda cada vez mais frequente no mercado, e alinhar não apenas receitas, mas apresentação de marcas de maneira publicitária também conta muito.

Por outro lado, essas mesmas restrições podem ser problemáticas em dois aspectos. Primeiro, restrições tão grandes de açúcar, sódio e gorduras mudam totalmente a fórmula e a apresentação de determinados produtos, o que pode colocar diversas linhas em cheque.

Segundo, a depender do fabricante, a redução desses elementos pode exigir a presença de outros conservantes para “cobrir” a falta desses pode gerar outros riscos para a saúde. Em suma, “mudar para continuar igual”.

Vamos discutir esses detalhes com mais acuidade? Deixe sua opinião nos comentários sobre a nova rotulagem de alimentos da Anvisa, e como isso pode impactar de fato o seu negócio. Antecipar-se a essas mudanças é fundamental, sobretudo em um espaço de tempo tão curto, então, é importante se ajustar. Até o próximo artigo.

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Os benefícios dos antioxidantes na alimentação https://pantec.com.br/os-beneficios-dos-antioxidantes-na-alimentacao/ https://pantec.com.br/os-beneficios-dos-antioxidantes-na-alimentacao/#respond Thu, 25 Jun 2020 15:56:05 +0000 https://pantec.com.br/?p=1428 Uma alimentação rica e bem fundamentada é a base de uma saúde plena. Até aí, nada de realmente novo, certo? Contudo, para que tire proveito de todos os nutrientes, é preciso conhecê-los de fato, para que o consumo seja feito com consciência. Pensando nisso, destacamos alguns dos benefícios dos antioxidantes na alimentação. Para quem ainda […]

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Uma alimentação rica e bem fundamentada é a base de uma saúde plena. Até aí, nada de realmente novo, certo? Contudo, para que tire proveito de todos os nutrientes, é preciso conhecê-los de fato, para que o consumo seja feito com consciência. Pensando nisso, destacamos alguns dos benefícios dos antioxidantes na alimentação.

Para quem ainda não sabem, os antioxidantes englobam uma série de nutrientes importantes para o organismo, a saber:

  • Ácido Elágico

  • Betacaroteno

  • Catequinas

  • Clorofilina

  • Curcumina

  • Flavonóides

  • Licopeno

  • Polifenóis

  • Quercetinas

  • Vitamina C

  • Vitamina E

  • Taninos

Cada um desses elementos trazem outras funcionalidades, que juntas fortalecem nosso organismo como um todo. Para tanto, vamos entender, de forma geral, como os benefícios dos antioxidantes na alimentação.

Quais os benefícios dos antioxidantes na alimentação?

De forma geral, os antioxidantes são responsáveis por retardar o envelhecimento da pele, limpar o organismo de radicais livres responsáveis pelo câncer, entre outros benefícios. Abaixo, citamos alguns dos principais, bem como algumas indicações de alimentos que podem integrar o seu dia a dia.

Equilíbrio dos radicais livres

Vamos começar pelo principal benefício dos antioxidantes. Os radicais livres são moléculas muito instáveis, formadas constante no organismo para geração de energia, potencializar nosso imunológico contra efeitos externos, entre outras funções.

Em excesso, eles são responsáveis por diversas mudanças no nosso corpo, como a perda de lipídios, proteínas, e até mesmo alterações no DNA. Essas alterações provocam algumas das doenças mais perigosas ao nosso corpo, como diabetes, mal de Parkinson, câncer, entre algumas outras.

Ao controlar a função dos radicais livres por meio dos antioxidantes, mais do que evitar essas doenças, você aumenta os aspectos positivos deles. Para tanto, o equilíbrio entre cada um dos nutrientes mencionados acima é fundamental.

Reforça o sistema imunológico

Com as funções bem estabelecidas nos radicais livres, os antioxidantes podem agir de forma plena. Um dos usos mais frequentes é para reforçar as funções imunológicas do organismo, tão essenciais em épocas mais intensas do ano, como é no inverno e o verão.

Para esses casos, é interessante investir em antioxidantes que tenham vitamina C, betacaroteno e flavonóides, presentes em alimentos como tomate, limão, morango, abóbora e banana, por exemplo.

Retarda o envelhecimento

Um dos efeitos diretos dos radicais livres está na eliminação de células, presentes na pele. Em um determinado aspecto, isto é normal, faz parte do nosso amadurecimento natural. Contudo, para tornar esse processo o mais demorado possível, é importante ter o equilíbrio no consumo tanto de antioxidantes, como alimentos ricos em colágeno.

Para esse fim, os antioxidantes mais indicados são a Vitamina E, Polifenóis, e Ácido Elágico. Todos eles possuem ação direta sobre a pele, tornando-a mais resistente aos efeitos ultravioleta, além de atuar em conjunto ao Colágeno. Exemplos de alimentos incluem: azeite de oliva, abacate e alho.

Esses são apenas alguns exemplos de como os benefícios dos antioxidantes na alimentação são importantes, e pelos exemplos mostrados acima, como você pode empregá-los diariamente no seu paladar. Combine os elementos com outros importantes recursos através dos alimentos, para garantir uma vida ainda mais saudável. Até a próxima!

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Aplicações de conservantes e suas vantagens https://pantec.com.br/aplicacoes-de-conservantes/ https://pantec.com.br/aplicacoes-de-conservantes/#respond Mon, 12 Nov 2018 13:04:10 +0000 https://pantec.com.br/?p=1077 Os seres humanos primitivos, “recém-evoluídos” a partir de outras espécies de primatas, tinham uma dieta onívora, assim como os seus ancestrais. O consumo de frutas e ervas era comum, assim como a carne de outros animais, que ficaria ainda mais consumida com os primeiros passos da humanidade rumo a construção de ferramentas, o que permitia […]

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Os seres humanos primitivos, “recém-evoluídos” a partir de outras espécies de primatas, tinham uma dieta onívora, assim como os seus ancestrais. O consumo de frutas e ervas era comum, assim como a carne de outros animais, que ficaria ainda mais consumida com os primeiros passos da humanidade rumo a construção de ferramentas, o que permitia uma caça ainda mais eficiente.

Com o passar dos milênios de evolução, o ser humano passou a adotar a agricultura e posteriormente a criação de animais, que foram passos importantes para sobrevivência e domínio da espécie humana no planeta.

Avançando ainda mais no tempo, a era da industrialização acabou se tornando um marco, já que a agricultura foi ficando cada vez mais arcaica, ainda que continuasse sendo necessária.

A matéria prima dos alimentos era produzida no campo e posteriormente transportada para as grandes indústrias, que além de produzir o alimento, também era responsável por distribuí-lo para os pontos de venda.

A industrialização dos alimentos é um marco na história da humanidade, sendo considerado uma das principais ferramentas usadas para salvar a superpopulação do planeta da escassez de comida, resultado de um mundo cada vez “menor” e mais globalizado.

Contudo, um detalhe muito importante é constantemente deixado de lado. Como é possível que o alimento produzido em larga escala seja armazenado e transportado sem que as reações químicas dos decompositores exerçam sua função natural?

Como funcionam as aplicações de conservantes na alimentação?

Os primeiros agricultores e caçadores jamais poderiam imaginar que um alimento produzido poderia ser armazenado por muito tempo para ser consumido em outras situações, mas como todos sabemos, hoje em dia essa ação é possível e necessária. Tudo graças a produção de conservantes, que garantem uma qualidade de produtos naturais e industrializados, permitindo um longo intervalo entre produção e consumo, não apenas de alimentos, mas de cosméticos e medicamentos também.

As vantagens dos conservantes

Atualmente, é inviável produzir alimentos em escala industrial, sem a contribuição de conservantes, pois a durabilidade almejada para os produtos só é possível através do uso destas substâncias, que podem ser naturais e artificiais.

A função dos conservantes normalmente está relacionada à prevenção e inibição do crescimento microbiano, evitando assim alterações químicas indesejáveis, ou seja, os conservantes agem com o objetivo de manter a vida útil dos produtos, sem que eles percam seus valores nutricionais, estético e, no caso dos alimentos, seu sabor.

A maioria dos produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados possuem conservantes, o que ajuda não apenas na durabilidade, mas também na conservação em estoque, comum para esse tipo de produto, que, dependendo do conservante, podem ser estocados por meses ou até anos.

De forma mais detalhada, os conservantes têm a capacidade retardar ou até mesmo inibir o processo natural de fermentação, que mesmo sendo reações químicas comuns e muitas vezes inevitáveis, estragam e tornam os alimentos impróprios para consumo.

Por mais que reações decompositoras nos alimentos sejam naturais, essas reações podem ser muito prejudiciais à saúde humana. Considerando esse fato, o uso de conservantes se faz ainda mais necessários, pois contribuem para eliminação de doenças, deixando os alimentos mais saudáveis e acessíveis.

O botulismo é um exemplo de doença que é combatida pela ação dos conservantes. A doença é causada devido a uma neurotoxina produzida pela bactéria conhecida como Clostridium botulinum.

A bactéria ataca os alimentos caseiros e em conserva, que quando consumidos, pode causar paralisia e morte em 24 horas.

Tipo de conservantes:

Apesar de realizarem funções similares, os conservantes possuem algumas variedades.

Antimicrobianos: Por mais que a utilização de conservantes tenha se popularizado na era industrial, conservantes naturais já eram usados em alimentos séculos atrás, como é o caso do sal, que funciona como um antimicrobiano, provocando a desidratação de bactérias nocivas ao alimento, principalmente em carnes e peixes. Contudo, mesmo o sal não consegue impedir algumas alterações químicas, como a oxidação dos lipídios, o que pode deixar a carne rançosa, alterando o seu sabor.

O vinagre possui ácido acético em sua composição, fazendo dele um ótimo antimicrobiano natural, assim como o sal e outros compostos de propionato de cálcio, nitrato de sódio, nitrito de sódio e sulfitos.

Antioxidantes: Impedem as reações químicas oxidantes que ocorrem devido ao contato com o oxigênio. Normalmente são usados para melhorar a aparência de alguns alimentos, inibindo o envelhecimento natural e a descoloração, como acontecem com as maçãs, que ficam mais escuras após serem cortadas, deixando-as com uma aparência pouco menos atraente, por mais que esse escurecimento não traga malefícios a saúde ou mudanças no sabor da fruta.

Outra vantagem atribuída aos conservantes de ação antioxidante, está relacionado ao processo conhecido como ranço, que deixa um gosto ruim no alimento. O antioxidante é responsável por retardar a oxidação de gorduras, impedindo o processo. A reação Butil Hidroxianisol (BHA), uma mistura de 2 isômeros, também podem ser impedidas através da ação de conservantes antioxidantes.

Inibidores enzimáticos: Realizam uma função parecida com a dos antioxidantes, porém, são mais eficazes contra processos de oxidação mais fortes, como a oxidação da molécula catecol, que após o processo, se transforma em benzoquinona. Essa molécula, quando em contato com enzimas específicas de determinados alimentos, como a batata, causam o processo químico de oxidação, entretanto, essa reação não altera só a cor da batata, como acontece na maçã, como também estragam o produto. Os inibidores enzimáticos retardam esse processo.

Controversas:

Mesmo diante de tantos benefícios, muitas pessoas se preocupam com possíveis malefícios que os conservantes podem trazer para saúde. Essa preocupação também recai aos produtores de alimento, por isso, todos os conservantes passam por testes e exames antes de serem aplicados nos alimentos em escala industrial.

Os compostos químicos orgânicos benzoatos, por exemplo, já foram utilizados como conservantes, contudo, seu uso foi proibido em diferentes países devido à sua associação com alergias, asma e problemas de pele.

Existem algumas agências responsáveis pelos procedimentos de avaliação da segurança, autorização, controle e rotulagem dos conservantes e outros aditivos, a nível europeu, são a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia. A nível internacional existe o Comitê Conjunto de Peritos em Aditivos Alimentares (Joint Expert Committee on Food Additives, JECFA), que depende da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Organização Mundial de Saúde (OMS).

Cabe aos fabricantes fornecer informações sobre os conservantes e qualquer outras substâncias aplicadas nos alimentos. Esse tipo de informação pode ser encontrado nos rótulos das embalagens dos produtos.

Muitas vezes os nomes dos conservantes não aparecem por extenso, como seria o mais comum. Ao invés disso, os conservantes são indicados por um código de numeração conhecido como Sistema Internacional de Numeração de Aditivos (INS).

Para saber qual conservante foi aplicado no produto, é preciso observar o código na embalagem, e depois consultar a tabela de códigos no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Confira aqui FAQ sobre Sorbato de Potássio

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