O post Vida útil de pães artesanais vs. industrializados: Qual dura mais e por quê? apareceu primeiro em Pantec.
]]>Neste guia de aproximadamente 1.500 palavras, você entenderá:
| Ingrediente/Aditivo | Como afeta a durabilidade | Presença nos pães |
| Água (hidratação da massa) | Maior hidratação = textura macia, porém Aw mais alta (mais água disponível). | Mais elevada em pães de forma industrializados. |
| Gorduras & Açúcares | Retardam a retrogradação do amido (staling), mantendo o miolo macio por mais tempo. Entretanto, podem aumentar a umidade disponível. | Abundantes em pães de forma industrializados (receitas enriquecidas). |
| Ácidos orgânicos naturais (lático, acético, etc.) | Reduzem o pH da massa, inibindo bolores de forma natural. | Presentes em pães de fermentação natural (sourdough). |
| Propionato de Cálcio (INS 282) | Sal de ácido propiônico de ação antimofos e anti-rope. Dose típica de 0,2 à 0,4% sobre a farinha. Inibe bolores (Aspergillus, Penicillium) e bactérias Bacillus (causadoras do “fio” no pão). | Comum em pães de forma e produtos de panificação industrial (ex: Pão de forma tradicional contém INS 282). |
| Sorbato de Potássio (INS 202) | Conservante fungistático (inibe fungos) eficaz em pH até 6,5. Usado para reforçar a prevenção de mofo em produtos com umidade alta. Dose típica até 0,1% (base farinha). | Empregado em pães integrais “úmidos”, bolos e produtos que tendem a mofar rapidamente. Frequentemente combinado ao propionato em pães multigrãos. |
Nota: ambos os conservantes acima são considerados seguros pelas agências regulatórias quando usados nas quantidades recomendadas. No Brasil, o uso de propionato de cálcio e sorbato de potássio em pães é autorizado pela Anvisa (por exemplo, Resolução n° 383/1999 e RDC 45/2010) respeitando limites típicos de ~0,1%. Em rótulos, eles aparecem como “conservantes INS 282” (propionato) e “INS 202” (sorbato).
O uso de levain (massa-mãe) adiciona bactérias lácticas que produzem ácidos orgânicos, baixando o pH da massa para cerca de 4,0 à 4,4. Isso cria um ambiente mais ácido e menos favorável aos fungos. Estudos de panificação lenta relatam aumento de vida útil de até ~30% em comparação a massas com fermento biológico comercial, mesmo sem conservantes artificiais.
Em outras palavras, um pão de fermentação natural pode durar de 5 à 7 dias antes de embolorar, contra 2 à 4 dias de um pão comum só com fermento biológico. Além do pH mais baixo, o levain contribui com compostos antifúngicos naturais (ácido acético, por exemplo) e enzimas que ajudam a manter a umidade no miolo por mais tempo.
Para atender à produção em larga escala, a fermentação industrial costuma ser mais acelerada (pH final em torno de 5,3 à 5,5). Como compensação, a indústria adiciona pequenas quantidades de gorduras e açúcares à massa (para maciez prolongada) e geralmente conservantes químicos para barrar bolores.
O resultado é um pão com sabor mais neutro e menor acidez, porém protegido por aditivos. Por exemplo, uma massa industrial com fermento biológico comum pode ter validade de ~3 dias sem conservante, mas ao incluir 0,3% de propionato de cálcio pode atingir 7 à 10 dias livre de mofo.
Vale notar que algumas padarias industriais também utilizam fermentação natural combinada à comercial, visando obter o melhor dos dois mundos: certa acidez natural aliada à eficiência produtiva e aos aditivos conservantes.
Vida útil típica: 2 à 4 dias à temperatura ambiente (podendo chegar a ~6 dias em receitas de sourdough mais ácido). Após esse período, são comuns sinais de ressecamento do miolo e aparecimento de bolor na casca ou fatias.
Benefícios dos artesanais: por outro lado, pães artesanais empregam ingredientes simples, sem químicos, e costumam ter acidez natural maior (no caso do levain), o que pode inibir parcialmente o mofo e prolongar a maciez do miolo por mais tempo. O sabor complexo e a textura diferenciada são atrativos, e o consumidor deve estar ciente apenas da validade curta ou optar por congelamento imediato se não for consumir em 1 à 2 dias.
Limitações: em resumo, o pão artesanal oferece autenticidade e qualidade sensorial superior, porém exige consumo rápido ou métodos caseiros de conservação (como fatiar e congelar) para evitar desperdício. É um produto “fresco” por natureza, pensado para ser consumido no dia ou no seguinte à produção.
A indústria panificadora adiciona conservantes específicos para atacar os principais agentes de deterioração. O propionato de cálcio, fornecido pela Pantec, atua como bactericida e fungicida, inibindo bolores dos gêneros Aspergillus e Penicillium, além da bactéria Bacillus subtilis (causadora do rope).
Esse é o principal motivo de pães de forma permanecerem livres de bolor por até 10 dias mesmo fora da geladeira, o propionato “esteriliza” o miolo do pão contra esses invasores, sem alterar o sabor do produto. Já o sorbato de potássio complementa a proteção, especialmente em pães de pH mais alto ou receitas ricas em açúcares (frutas secas, mel, etc.), onde determinados fungos conseguem se desenvolver. O sorbato age melhor em ambiente levemente ácido (pH < 6,0), inibindo mofos e leveduras que poderiam resistir apenas com propionato.
A combinação dos dois conservantes, frequentemente usada em pães integrais e multigrãos, assegura um espectro amplo de proteção antifúngica. Importante destacar que as dosagens seguem normas de segurança alimentar, tipicamente 0,1% a 0,3% sobre o peso da farinha para cada aditivo, quantidades dentro do aceitável pelas agências reguladoras (FDA, Anvisa, EFSA, etc.).
Outra razão crucial é a embalagem. Diferente do saco de papel do pão francês, o pão de forma vem em filme plástico selado, muitas vezes de polipropileno com baixa permeabilidade a vapor. Isso já reduz a entrada de umidade e contaminantes. Além disso, algumas linhas utilizam atmosfera modificada, antes de fechar o pacote, o ar é substituído por uma mistura de gases (geralmente dióxido de carbono e nitrogênio) que dificulta a vida de fungos aeróbios.
Em testes controlados, esse método triplicou a vida de prateleira: de 14 para até 40 dias sem bolor. Na prática comercial, um pão de forma em ATM costuma trazer validade estendida (ex.: 10 à 14 dias) e é voltado a mercados distantes ou especiais.
Cabe ressaltar que manter a atmosfera protetora requer rigor: selagem hermética do pacote e testes de vazamento, pois qualquer falha reintroduz oxigênio e compromete a extensão obtida. Ainda assim, mesmo sem ATM, filmes de várias camadas (PEBD, PP, etc.) já elevam bastante a durabilidade ao impedir o oxigênio de entrar e o vapor de água de sair, retardando tanto o mofo quanto o ressecamento.
Estudos brasileiros mostram que dobrar a barreira do plástico (ex.: usar duas camadas diferentes) elevou a validade de um pão de forma artesanal de 5 para 14 dias sem conservante nenhum, apenas pela melhor proteção física. Ou seja, a embalagem certa faz muita diferença.
Por fim, a padronização industrial em todas as etapas aumenta a vida útil. As receitas são cuidadosamente balanceadas para aw e pH ideais; a mistura da massa pode ser feita a vácuo ou em baixa temperatura (evitando fermentação descontrolada); fornos de túnel garantem cozimento uniforme e temperatura suficiente para inativar esporos; túneis de resfriamento forçado trazem o pão à temperatura ambiente rapidamente, evitando o “suor” na bolsa.
Todo o fluxo é pensado para minimizar a contaminação: menos manipulação manual, salas climatizadas, equipamentos higienizados periodicamente. Além disso, há controle de qualidade, os lotes de pão são periodicamente analisados em laboratório para contagem de bolores, challenge tests, etc., de modo a verificar se a fórmula e o processo estão realmente barrando o crescimento microbiano esperado. Em suma, consistência e controle prolongam a vida útil sem necessariamente depender apenas de conservantes.
Exemplo real: Uma grande panificadora artesanal em São Paulo enfrentava recorrentes devoluções de pães devido a mofo, chegando a 5% da produção. Após implementar melhorias inspiradas no processo industrial, incluindo adição de propionato de cálcio (0,3% na massa) e uso de embalagem de alta barreira, as devoluções caíram para cerca de 4%. Essa redução de aproximadamente 20% no desperdício refletiu em lucro maior e clientes mais satisfeitos. O caso ilustra como técnicas industriais (conservantes + embalagem adequada) podem ser aplicadas em menor escala para aumentar a conservação de pães artesanais sem comprometer a qualidade.
| Tipo de pão | Conservantes? | Embalagem | pH médio | Vida útil (ambiente) |
| Artesanal – Levain | Nenhum | Pano ou caixa de pão arejada | ~4,2 | 4 à 6 dias (sem mofo) |
| Artesanal – Francês | Nenhum | Saco de papel (aberto ao ar) | ~5,5 | 1 à 2 dias (amassa no 2º dia) |
| Industrial – Forma tradicional | Propionato de Cálcio (0,3%) | Filme plástico PEBD (selado) | ~5,4 | 7 à 10 dias (sem mofo) |
| Industrial – Integral Multigrãos | Propionato + Sorbato | Filme plástico c/ baixa permeabilidade (selado) | ~5,3 | 10 à 14 dias (sem mofo) |
| Linha “Longa Duração” (teste) | Propionato + Sorbato + ATM | Filme multicamadas + ATM (CO₂/N₂) | ~5,2 | Até 40 dias (mercado teste) |
Observações: Os valores acima são estimativas médias. A “vida útil” refere-se ao tempo antes de surgirem bolores ou sabor/odor desagradável, com armazenamento em temperatura ambiente (~25 °C).
Pães artesanais podem durar mais que o indicado se armazenados corretamente (por exemplo, levain guardado em saco plástico bem fechado tende a manter umidade e evitar mofo por mais tempo que em saco de papel). Já pães industrializados, apesar de aguentarem muitos dias, podem começar a ressecar ou perder aroma antes mesmo de mofar, o que delimita a qualidade ideal. Em pães com ATM, uma vez aberto o pacote, a atmosfera protetora se perde e o produto deve ser consumido em 3 à 4 dias.
Mesmo sem recorrer a aditivos químicos, existem técnicas para melhorar a conservação de pães:
Em qualquer caso, boas práticas de higiene continuam sendo fundamentais: um pão feito com higiene impecável, resfriado rapidamente e bem embalado já sai na frente em termos de durabilidade, mesmo sem conservante.
A Pantec Aditivos & Ingredientes oferece um portfólio completo para atender diferentes necessidades de conservação na panificação:
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| Pergunta | Resposta resumida |
| “Pão artesanal dura menos porque não tem conservante?” | Sim, em grande parte. A ausência de sais como propionato e sorbato deixa o produto muito mais vulnerável ao mofo após 2 à 3 dias. Outros fatores (pH mais alto, mais umidade) agravam isso. Em contrapartida, o pão artesanal pode ser congelado para durar mais, ou durar cerca de 1 semana se feito com fermentação natural bem ácida. |
| “Fermentação natural substitui conservantes?” | Parcialmente. A acidez do levain estende a vida útil em até ~30% em comparação a pão comum, mas não atinge a proteção química dos conservantes. Ou seja, mesmo um sourdough pode mofar após ~5 dias se não refrigerado, enquanto um pão com propionato resistiria mais de uma semana sem problemas. |
| “MAP elimina necessidade de conservante?” | Reduz, mas não zera. Embalagem em atmosfera modificada prolonga muito o shelf-life (pode triplicar a duração), porém costuma vir com dose de conservante reduzida para segurança extra. A combinação de ATM + propionato é o que oferece maior vida útil (chegando perto de 30 à 40 dias fechados). Sem nenhum conservante, a ATM ainda prolonga bastante a vida, mas é arriscado caso haja contaminação inicial, por isso muitos fabricantes usam as duas abordagens em conjunto. |
| “Sorbato de potássio altera o sabor do pão?” | Nas doses recomendadas (<0,2%), o sorbato de potássio é praticamente imperceptível no sabor. Ele não é volátil nem reage com os componentes do pão de forma a gerar off-flavors. Testes sensoriais indicam que poucos consumidores notam diferença em pão com sorbato vs. sem sorbato. Porém, doses muito elevadas poderiam deixar leve sabor amargo, por isso se respeitam os limites de uso. |

Pães industrializados duram mais porque combinam três pilares de conservação:
Já os pães artesanais preservam autenticidade de ingredientes e sabor, mas têm vida útil menor por não contar com essas “muletas” industriais. Isso não é algo inerentemente ruim, significa apenas que o pão artesanal deve ser consumido rapidamente ou armazenado com cuidado.
Quem opta pelo artesanal aprecia o frescor do produto do dia e aceita essa troca. Por outro lado, tecnologias modernas permitem às padarias artesanais alcançarem um meio-termo: por exemplo, usar fermentação natural longa com um pouco de conservante e embalar melhor. Assim, é possível ganhar alguns dias a mais de prateleira sem sacrificar demais a “pureza” do produto.
Quando o desafio é maximizar shelf-life sem sacrificar qualidade, as soluções da Pantec mostram que é viável unir ciência e sabor. Conservantes bem aplicados, aliados a boas práticas de fabricação, podem reduzir drasticamente o desperdício na cadeia do pão, hoje estima-se que de 5% a 10% do pão produzido no mundo é perdido por bolor antes do consumo, um número que podemos baixar com tecnologia. Em última instância, quem ganha é o consumidor (que terá pão fresco por mais tempo) e o planeta, com menos alimentos descartados.
Dica final: para o consumidor doméstico que quer estender a vida do pão artesanal, a regra de ouro é congelar o quanto antes aquilo que não será comido em 1 à 2 dias. Fatie o pão, embale bem (filme plástico ou sacos próprios) e congele. Fatias podem ir diretamente do freezer à torradeira/forno quando desejado. Isso preserva sabor e nutrientes, evitando o uso de qualquer aditivo. E lembre-se: se aparecer qualquer sinal de mofo visível, descarte todo o pão, a segurança deve vir sempre em primeiro lugar.
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]]>Objetivo: capacitar padeiros, indústrias e consumidores a reduzir desperdício e manter qualidade sensorial e segurança alimentar. Estima-se que em países de clima tropical como o Brasil, cerca de 10% do pão produzido seja perdido por bolor antes do consumo, conhecimento e boas práticas podem minimizar esse índice.
1.1 Retrogradação do amido (staling): assim que o pão esfria após o forno, parte do amido (amilose) começa a recristalizar. Esse rearranjo expulsa água do gel e enrijece gradualmente o miolo e a crosta, um processo que pode ser perceptível já em 24 horas em pães com baixo teor de gordura. A velocidade do staling depende principalmente da formulação (quantidade de água na massa, presença de gorduras/açúcares que retardam a cristalização) e da temperatura de armazenamento. Por exemplo, temperaturas de refrigeração (4 °C) aceleram dramaticamente a retrogradação, fazendo o pão ficar duro mais rápido do que em temperatura ambiente (veja a seção 4.2).
1.2 Crescimento de fungos e bactérias: ambientes úmidos e quentes (como grande parte do clima no Brasil) favorecem bolores dos gêneros Aspergillus e Penicillium, principais contaminantes em panificação. Esses fungos metabolizam os nutrientes do pão e formam colônias visíveis, tornando-o impróprio para consumo. A contaminação inicial pode vir do ar, de equipamentos ou manipulação.
Se o pH da massa e a atividade de água (Aw) do pão não forem controlados, o mofo pode aparecer em 48–72 horas após a fabricação, especialmente em pães caseiros sem conservantes, que por isso devem ser consumidos preferencialmente em até ~4 dias. Algumas bactérias também causam deterioração (por exemplo, Bacillus subtilis pode causar a “Doença da Linha” ou ropiness no pão), porém a adição de conservantes como propionatos inibe esse problema.
Cada tipo de pão tem características de formulação e fermentação que influenciam sua vida útil (shelf life) quando armazenado em condições ambiente (~20–25 °C, umidade <65%). A tabela a seguir resume valores médios de pH, uso de conservantes e durabilidade aproximada:
| Tipo de Pão | pH do Miolo | Conservante na Receita | Vida útil (sem conservante) | Vida útil típica (com conservante) |
| Pão francês (baguete, ciabatta) | ~5,4 | Nenhum | 1 à 2 dias | 2 à 3 dias (armazenado em saco de papel/pano) |
| Pão de forma (industrial) | ~5,3 | Propionato de Ca/Na (antimofo) | 3 à 4 dias | 5 à 7 dias (embalagem fechada) |
| Integral multigrãos | ~5,2 | Propionato + ácido ascórbico | 2 à 3 dias | ~5 à 6 dias (maior atividade de água) |
| Sourdough (fermentação natural) | ~4,2 | Ácidos naturais do levain | 4 à 6 dias | 6 à 8 dias (acidez ajuda a conservar) |
| Sem glúten (pão branco) | ~5,5 | Propionato + goma xantana | 1 à 2 dias | 4 à 5 dias (embalagem barreira reforçada) |
Obs.: Valores estimados para pães em temperatura ambiente, armazenados adequadamente. Pães de fermentação natural (levain) tendem a ter pH mais baixo (~4,0–4,5) e menor atividade de água, o que naturalmente inibe fungos e prolonga a vida útil sem aditivos químicos. Já pães integrais com muitos grãos e fibras retêm mais umidade no miolo, podendo mofar mais rápido se não contiverem conservantes. Por isso, padarias industriais geralmente utilizam propionato de cálcio ou sorbato de potássio nas formulações de pães de forma e bisnaguinhas, garantindo os ~7 dias de validade indicados no rótulo.
Mesmo sem aditivos químicos, algumas técnicas caseiras ajudam a conservar os pães frescos por mais tempo:
4.1 Bread box ou pano de algodão arejado: armazenar pães em uma caixa de pão ventilada, ou envoltos em pano de algodão, mantém uma circulação de ar moderada. Isso evita acúmulo excessivo de umidade (que amolece a casca e favorece fungos) ao mesmo tempo que previne o ressecamento rápido. É a opção ideal para pães artesanais de consumo rápido, garantindo 24 horas de frescor com casca ainda crocante. Em 1 ou 2 dias, pães franceses guardados assim ainda estarão bons, embora mais secos.
4.2 Não coloque pão na geladeira: a refrigeração (≈4 °C) retarda o mofo, porém não deve ser usada para pães, pois acelera drasticamente o staling. O miolo recristaliza e fica duro em questão de horas quando mantido na geladeira. Ou seja, embora o frio iniba fungos, ele estraga a textura muito antes de qualquer bolor aparecer. A temperatura ambiente é mais adequada para conservar pães por alguns dias. Se a preocupação for mofo, o melhor a fazer é congelar (veja próximo item) em vez de refrigerar.
4.3 Fatie, embale e congele: o congelamento (-18 °C ou inferior) é a melhor forma de interromper tanto o envelhecimento quanto a contaminação. Pães caseiros podem ser preservados por até 3 meses no freezer sem perda significativa de sabor ou textura. Para melhores resultados: corte o pão em fatias, embale-as separadamente (ou intercale papel manteiga entre as fatias) e armazene em sacos herméticos removendo o máximo de ar. Dessa forma, você só descongela a porção necessária. Descongele corretamente: fatias podem ir direto ao torrador ou forninho ainda congeladas, pois o calor rápido impede que umidade interna migre para a crosta. Pães maiores podem ser descongelados em temperatura ambiente dentro da própria embalagem (para reter umidade), depois revividos no forno. Dica: congele o pão o mais fresco possível; congelar no dia da compra/produção dá resultados melhores do que esperar o pão começar a envelhecer.
4.4 Aquecimento rápido antes de servir: caso o pão tenha perdido textura após armazenagem, reaquecer rapidamente pode ajudar. Coloque-o em forno pré-aquecido a 180 °C por cerca de 5 minutos (pães inteiros) ou 2–3 minutos (fatias). O calor re-gelatiniza parte do amido e reidrata a crosta, devolvendo aroma e maciez de pão saído do forno. Consuma imediatamente após aquecer, pois o efeito é temporário e ao esfriar, o pão volta a endurecer (a retrogradação ocorre novamente). Para pães dormidos muito secos, borrife um pouco de água na superfície antes de aquecer, ou envolva em papel-alumínio para gerar vapor. Evite micro-ondas (a não ser por 10 segundos com um pano úmido sobre o pão), pois tende a deixar a textura elástica/borrachuda.

A indústria de panificação adota uma combinação de medidas de formulação, processo e adição de conservantes para aumentar a vida de prateleira dos pães embalados. Abaixo, destacamos algumas soluções típicas:
5.1 Propionato de Cálcio (INS 282): conservante antifúngico clássico para pães, bolos e massas. Atua inibindo bolores e também bactérias do tipo rope (Bacillus) por meio da acidificação intracelular e inibição enzimática. É normalmente adicionado na massa em proporção de 0,2–0,4% sobre a farinha. O propionato de cálcio é amplamente utilizado por não afetar a levedura de panificação (atua apenas contra contaminantes) e por ser mais eficaz em pH acima de 5,5 onde outros conservantes já não funcionam tão bem.
5.2 Propionato de Sódio (INS 281): possui espectro de ação semelhante ao de cálcio (anti-mofo e anti-rope), porém é mais solúvel em água, facilitando a incorporação em algumas formulações. Indicado especialmente para produtos de fermento químico (que não levam cálcio na fórmula) e produtos de pH mais baixo nos quais o cálcio poderia precipitar. A dosagem típica é equivalente à do propionato de cálcio. Em panificação doce, bolos e “pães de leite”, o propionato de sódio é preferido por evitar manchas esbranquiçadas (o cálcio pode deixar pó na superfície em produtos de umidade alta).
5.3 Sorbato de Potássio (INS 202): sal do ácido sórbico, é um conservante efetivo contra fungos e leveduras em produtos com pH até ~6.0. Em pães, é usado sobretudo em pães integrais, pães de forma especiais com alto teor de umidade, ou em produtos recheados (pães doces, croissants recheados) onde há mais chance de contaminação. Age inibindo o crescimento fúngico durante o armazenamento. A dosagem costuma ser menor que a dos propionatos, em torno de 0,1% sobre a massa (base farinha). Muitas vezes o sorbato é combinado ao propionato para ampliar o espectro de conservação. Vale lembrar que o sorbato possui um limite de solubilidade, devendo ser bem distribuído para evitar pontos de sabor desagradável.
5.4 Antimofo Líquido Conserv®: solução líquida desenvolvida pela Pantec que combina propionato (em forma de ácido e sal) com ingredientes naturais (como vinagre) para aplicação pós-forno. Deve ser diluído em álcool de cereais e pulverizado sobre o pão pronto, formando uma película protetora. Por ser líquido, garante distribuição homogênea e reduz falhas de dosagem comuns nos pós. Facilita a aplicação em linhas contínuas de pão de forma e bolos. Quando aplicado corretamente em toda a superfície e com embalagem selada, mantém o pão livre de bolor por 20–30 dias mesmo em clima quente (variação conforme as condições). Observação: O antimofo líquido não interfere na maciez (contém também umectantes) e não deixa sabor residual se usado na concentração indicada.
5.5 Embalagem com Atmosfera Modificada (MAP): consiste em substituir ou ajustar os gases dentro da embalagem para dificultar a vida dos micro-organismos. Em pães, o comum é remover o oxigênio e introduzir uma mistura de CO₂ + N₂. O CO₂ inibe bolores aeróbios e o nitrogênio atua como gás de enchimento inerte para manter o pacote inflado sem oxigênio. Assim, combinando MAP + conservantes (propionatos) é possível estender a vida útil de pães de forma para 15–20 dias ou mais sem necessidade de refrigeração. Essa técnica exige máquinas seladoras especiais e controle de qualidade dos gases, mas é cada vez mais utilizada em panificadoras de médio e grande porte visando distribuição nacional de produtos.
Case de experiência: a história da Pantec surgiu justamente dessa busca por maior vida útil. Seus fundadores, que eram produtores de pães, constataram que mesmo usando conservantes em pó disponíveis no mercado seus produtos não duravam mais que 7 dias sem embolorar. Após anos de pesquisa e testes, eles desenvolveram um conservante líquido pós-forno capaz de garantir até 30 dias de prateleira sem mofo quando aplicado corretamente. Esse produto deu origem à linha Conserv® e revolucionou a conservação na panificação artesanal dos seus clientes.
Abaixo resumimos boas práticas ao usar os conservantes da Pantec (ou equivalentes) na fabricação de pães:
Seguindo esses passos, pães de forma industrializados podem atingir 15 dias sem mofo com propionato em pó, e até 30 dias usando o sistema de antimofo líquido + embalagem especial, mantendo qualidade e segurança.
Para o consumidor final, vale adotar pequenas ações no dia a dia que fazem o pão render mais sem estragar:
Para padarias industriais e artesanais que queiram melhorar a consistência da vida útil, segue um checklist rápido de pontos críticos e parâmetros recomendados:
| Variável de Qualidade | Padrão Recomendado | Medida Corretiva se fora do padrão |
| Aw do miolo (atividade de água) | ≤ 0,96 | Assar por mais tempo (reduzir umidade) ou ajustar hidratação da receita |
| pH da massa final | 5,2 à 5,6 | Aumentar fermentação natural ou adicionar acidulante orgânico (vinagre, ácido cítrico) |
| Dose de propionato (pão de forma) | ~0,3% (base farinha) | Conferir calibração da dosadora; homogeneizar melhor na mistura seca |
| Temperatura do pão ao embalar | < 35 °C (em até 2 h pós-forno) | Implementar resfriamento forçado ou mais tempo em esteira antes do empacotamento |
| O₂ residual na embalagem (se MAP) | < 1% | Verificar sistemas de vácuo/gás; checar vedação de pacotes para vazamentos |
| Higiene e pragas na produção | Nenhuma deteccão (análises) | Intensificar limpeza CIP, revisar checklist BPF diariamente; desinfestação preventiva a cada mês |
Manter esses parâmetros sob controle ajuda a padronizar a vida útil e evita surpresas como lotes embolorando antes do esperado. A adoção de ferramentas de qualidade (BPF, APPCC/HACCP, ISO 22000, etc.) fornece estrutura para monitorar e agir preventivamente nos pontos críticos.
A Pantec disponibiliza uma linha completa de aditivos para preservação de pães, bolos e massas, com suporte técnico especializado. Destacamos alguns produtos e seus diferenciais:
Fale com nossos especialistas: precisa aumentar a validade dos seus pães? Entre em contato pelo WhatsApp (11) 2090-1777 ou pelo e-mail [email protected]. Solicite amostras ou um estudo de vida útil personalizado para o seu produto.
Pão bom é pão fresco, mas não precisa virar desperdício. Como vimos, entender a ciência por trás do envelhecimento (staling) e da deterioração microbiana permite escolher o método de conservação ideal para cada situação:
Para as indústrias de panificação, os conservantes adequados e as boas práticas de fabricação garantem vida útil estável, produto seguro e menor devolução de estoque vencido. Já o consumidor final se beneficia de dicas simples de armazenamento que preservam a textura e o sabor por mais tempo, reduzindo o descarte de pães embolorados.
Em suma, ao integrar conhecimento técnico, soluções inovadoras da Pantec e hábitos conscientes, cada pão pode cumprir seu ciclo completo, da fornada ao consumo sem se perder pelo caminho.
Manter o pão fresco e sem mofo não é apenas questão de aditivo, mas de equilíbrio entre receita, processo e armazenamento. Com a estratégia certa, é possível desfrutar de um pão gostoso e seguro por muito mais tempo, unindo qualidade e sustentabilidade na panificação.
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]]>O post Ácido Sórbico: Garantindo a Qualidade e Segurança dos Produtos que Consumimos apareceu primeiro em Pantec.
]]>Encontrado naturalmente em frutas ácidas como laranja, tangerina, limão e maracujá, o Ácido Sórbico é um composto versátil amplamente utilizado na indústria alimentícia. No entanto, sua aplicação vai além do mundo das frutas. Em sua forma de sal derivado, o Sorbato de Potássio, é um conservante amplamente empregado para prolongar a vida útil dos alimentos, impedindo o crescimento de fungos e bactérias que podem causar deterioração.
O Sorbato de Potássio, derivado do Ácido Sórbico, é reconhecido por suas propriedades fungicidas e bactericidas, o que o torna um componente valioso na indústria alimentícia. Ao inibir o crescimento de microrganismos indesejados, o Sorbato de Potássio ajuda a manter a frescor e a qualidade dos alimentos, garantindo sua segurança para o consumo humano.
Apesar das preocupações comuns relacionadas ao uso de conservantes, estudos demonstram que o Sorbato de Potássio, quando consumido de forma equilibrada, é seguro para o consumo humano. Na verdade, ele é frequentemente combinado com a Vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico, em uma variedade de produtos alimentícios e suplementos nutricionais.
O Ácido Sórbico e o Sorbato de Potássio desempenham papéis essenciais na indústria de alimentos, farmacêutica e cosmética, assegurando que os produtos que consumimos sejam seguros, frescos e tenham uma vida útil prolongada. Com empresas como a Pantec comprometidas em fornecer ingredientes de alta qualidade, os consumidores podem confiar na segurança e na qualidade dos produtos que escolhem.
Portanto, ao refletir sobre a importância dos conservantes em nossa vida diária, é fundamental reconhecer o papel vital desempenhado pelo Ácido Sórbico e pelo Sorbato de Potássio na garantia da qualidade e segurança dos alimentos e produtos que consumimos regularmente. Esses ingredientes essenciais permitem que desfrutemos de uma variedade de produtos de forma segura e confiável, contribuindo para uma vida mais saudável e conveniente.
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]]>O post Garantindo a Qualidade dos Produtos Alimentícios: O Papel Crucial dos Profissionais de Compras e Suprimentos apareceu primeiro em Pantec.
]]>Os profissionais de compras são responsáveis por estabelecer parcerias com fornecedores confiáveis. Isso implica na avaliação rigorosa das práticas de produção, padrões de qualidade, conformidade regulatória e histórico de segurança alimentar dos fornecedores. Portanto, a escolha de parceiros comprometidos com elevados padrões de qualidade é o primeiro passo na garantia da excelência dos produtos finais.
A certificação ISO 9001 da Pantec é um testemunho do compromisso da empresa com a qualidade e a excelência em seus produtos e serviços. Portanto, ao obter a certificação ISO 9001, a Pantec demonstra que possui um Sistema de Gestão da Qualidade robusto e eficaz, que atende aos rigorosos padrões internacionais estabelecidos pela ISO. Além disso, não apenas valida a capacidade da Pantec de entregar produtos e serviços consistentemente de alta qualidade, mas também aumenta a confiança dos clientes, evidenciando seu comprometimento com a melhoria contínua e a satisfação do cliente.
Os profissionais de compras e suprimentos são encarregados de realizar análises de risco associadas aos ingredientes adquiridos. Isso envolve a identificação de possíveis contaminantes, adulterantes ou alérgenos que possam comprometer a segurança alimentar. Ao entenderem os riscos potenciais, podem implementar estratégias de controle de qualidade que minimizem a probabilidade de incidentes.
Além da qualidade essencial dos ingredientes, os profissionais de compras desempenham um papel crucial na promoção da inovação e sustentabilidade. Buscam ativamente ingredientes inovadores que atendam às demandas do mercado por alimentos mais saudáveis e sustentáveis. A incorporação desses elementos na cadeia de abastecimento contribui para a melhoria contínua da qualidade dos produtos finais.
Profissionais de compras garantem a qualidade, monitorando padrões, avaliando fornecedores e implementando melhores práticas para segurança alimentar.
Em resumo, os profissionais de compras e suprimentos são arquitetos fundamentais na construção da qualidade na indústria alimentícia. Além disso, Sua habilidade em selecionar fornecedores confiáveis, auditar processos, analisar riscos e promover inovação desempenha um papel crucial na entrega de alimentos seguros e de alta qualidade aos consumidores finais.
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]]>1. Compreendendo os Aditivos Alimentares:
Aditivos alimentares são substâncias adicionadas aos alimentos com o objetivo de melhorar sua qualidade, preservação e apelo sensorial. Esses podem incluir conservantes, corantes, estabilizantes, acidulantes, entre outros. A compreensão detalhada de cada tipo de aditivo e suas funções é crucial para fazer escolhas informadas.
2. Avaliando Necessidades Específicas:
Cada produto alimentício tem requisitos específicos em termos de textura, sabor, cor e durabilidade. Ao selecionar aditivos, é essencial avaliar as necessidades específicas do produto em questão. Por exemplo, em produtos lácteos, a escolha de estabilizantes pode ser crucial para garantir uma textura homogênea.
3. Priorizando a Segurança Alimentar:
A segurança dos consumidores é uma prioridade máxima. Ao escolher aditivos alimentares, é imperativo garantir que esses componentes atendam às normas regulatórias e não representem riscos à saúde. Certificações e testes rigorosos são etapas essenciais nesse processo.
4. Minimizando Impactos Negativos na Saúde:
Engenheiros de alimentos e nutricionistas devem considerar o impacto dos aditivos na saúde. Optar por aditivos naturais sempre que possível é uma abordagem favorável. Além disso, a conscientização sobre possíveis reações alérgicas ou efeitos colaterais é crucial para garantir a aceitação geral dos produtos.
5. Tendências de Consumo e Preferências:
As tendências do mercado desempenham um papel significativo na escolha de aditivos alimentares. Os consumidores modernos valorizam produtos mais naturais e orgânicos. Portanto, escolher aditivos que atendam a essas preferências pode ser uma estratégia eficaz para a indústria alimentícia.
6. Colaboração Interdisciplinar:
A seleção de aditivos alimentares é uma tarefa complexa que beneficia significativamente da colaboração entre engenheiros de alimentos e nutricionistas. Integrar conhecimentos técnicos com uma compreensão aprofundada das necessidades nutricionais resulta em escolhas mais equilibradas e benéficas.
Em um cenário onde a qualidade e a segurança dos alimentos são de extrema importância, a escolha de aditivos alimentares é uma decisão estratégica para a indústria alimentícia. Engenheiros de alimentos e nutricionistas desempenham um papel vital nesse processo, garantindo que os aditivos escolhidos não apenas atendam aos requisitos técnicos, mas também contribuam para a saúde e satisfação dos consumidores. Uma abordagem criteriosa e informada na seleção de aditivos é essencial para impulsionar a inovação e a excelência na indústria alimentícia.
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]]>1. Melhoria na Textura e Consistência:
Os aditivos alimentares da Pantec são formulados para otimizar a estrutura da massa, proporcionando uma textura irresistível aos produtos de panificação. Agentes modificadores de textura garantem uma consistência uniforme, tornando o processo de produção mais eficiente e os produtos finais mais atraentes.
2. Aumento da Durabilidade:
A adição estratégica de conservantes da Pantec contribui para a prolongada frescor dos produtos de panificação. Isso não apenas atende às demandas dos consumidores por alimentos mais duráveis, mas também maximiza a vida útil dos produtos nas prateleiras, beneficiando produtores e varejistas.
3. Desenvolvimento de Sabores Aprimorados:
Os aditivos alimentares da Pantec não apenas preservam as características originais dos sabores, mas também intensificam as notas gustativas dos produtos assados. A harmonização cuidadosa de ingredientes assegura que cada mordida seja uma experiência sensorial única e deliciosa.
4. Controle de Processos de Fermentação:
A precisão nos processos de fermentação é crucial na panificação, e os aditivos da Pantec oferecem controle preciso sobre esse aspecto. Isso resulta em massas mais leves e arejadas, contribuindo para a obtenção de pães e produtos similares de alta qualidade.
5. Atendimento às Demandas do Mercado Atual:
Com consumidores cada vez mais conscientes da saúde, os aditivos alimentares da Pantec são formulados para atender a padrões rigorosos. Opções com baixo teor de gordura, açúcar ou glúten podem ser incorporadas, permitindo que os produtores atendam às demandas do mercado atual.
Ao incorporar os aditivos alimentares da Pantec, os produtores de panificação têm a oportunidade de elevar a qualidade de seus produtos a novos patamares. Desde o aprimoramento da textura até a extensão da durabilidade, a Pantec oferece soluções inovadoras para atender às demandas do mercado e satisfazer os paladares mais exigentes. Experimente as dicas da Pantec e descubra como transformar sua panificação em uma experiência de sucesso.
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]]>O post Como o Conserv da Pantec Pode Ajudar a Prevenir o Mofo em Produtos Alimentícios: Uma Visão Detalhada apareceu primeiro em Pantec.
]]>O mofo, em particular, representa uma ameaça comum que, inevitavelmente, pode comprometer a qualidade e a segurança dos produtos alimentícios.Neste artigo, exploraremos em detalhes como o Conserv, o inovador anti mofo líquido da Pantec, desempenha um papel crucial na prevenção do mofo em produtos alimentícios, além de proporcionar benefícios significativos para a conservação e qualidade dos alimentos.
O Conserv, um agente anti mofo líquido, foi desenvolvido pela Pantec, uma empresa renomada no setor de soluções para preservação de alimentos. Este produto foi meticulosamente projetado com a mais avançada tecnologia, visando combater o crescimento de mofo em uma variedade de produtos alimentícios. Isso resulta em uma solução eficaz e segura para a indústria alimentar.
O Conserv atua de maneira abrangente, englobando as diversas etapas do ciclo de vida do mofo. Sua fórmula única, portanto, cria uma barreira protetora, impedindo, assim, o crescimento e a propagação de esporos de mofo. Além disso, o Conserv tem propriedades antimicrobianas que combatem bactérias indesejadas, contribuindo para uma maior durabilidade dos alimentos.
O processo de aplicação do Conserv é simples e versátil. Além disso, ele adapta-se facilmente a diferentes tipos de produtos alimentícios. Sua eficácia está comprovada em uma variedade de condições de armazenamento, assim, proporcionando uma proteção consistente ao longo do tempo.
Em resumo, o Conserv da Pantec representa uma inovação significativa na preservação de alimentos, fornecendo uma solução eficaz e abrangente para prevenir o mofo. Sua fórmula avançada, combinada com benefícios tangíveis na vida útil e qualidade dos alimentos, fazem do Conserv uma escolha indispensável para empresas comprometidas com a entrega de produtos alimentícios de alta qualidade e seguros para os consumidores. Ao investir em tecnologias como o Conserv, a indústria alimentícia não apenas protege seus produtos, mas também fortalece a confiança dos consumidores na segurança e durabilidade dos alimentos que chegam às suas mesas
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]]>Dentro da indústria alimentícia, eles evitam a deterioração de alimentos causada por bactérias, fungos e outros microrganismos. Existem vários tipos diferentes de conservantes de alimentos, cada um com suas próprias propriedades e aplicações específicas. Alguns dos conservantes mais comuns incluem:
Vamos conhecer cada um deles dos conservantes. Use de referência para começar seus investimentos.
Ele é utilizado principalmente em produtos com baixo teor de ácido, como sucos, geleias, doces e produtos de panificação. O Benzoato de sódio é um composto químico sólido branco que é solúvel em água e é frequentemente adicionado aos alimentos sob a forma de um sal.
O Benzoato de sódio é geralmente considerado seguro para uso como conservante alimentar, mas pode ser irritante para algumas pessoas e pode interagir com outros ingredientes alimentares, como a vitamina C, para formar um composto tóxico chamado ácido benzóico.
É um conservante alimentar comum, utilizado para prolongar a vida útil de alimentos e bebidas. É um composto químico que pertence à família dos sorbatos, que são ácidos graxos derivados do ácido ciclohexenoacético. O sorbato de potássio é frequentemente usado em conjunto com outros conservantes alimentares, como o benzoato de sódio, para aumentar a eficácia na conservação de alimentos.
O sorbato de potássio é amplamente utilizado em uma variedade de alimentos e bebidas, incluindo frutas, legumes, sucos de frutas, queijos, pães, bolos e massas. Ele é eficaz na inibição do crescimento de leveduras e bolores, o que ajuda a evitar a deterioração dos alimentos.
O sorbato de potássio é geralmente vendido como um pó cristalino branco ou como uma solução aquosa. Ele é solúvel em água e facilmente adicionado a uma variedade de produtos alimentícios.
É um conservante alimentar utilizado em uma ampla variedade de produtos alimentícios, incluindo carnes curadas, queijos, pães e massas. Ele é um composto químico sintético que pertence à família dos nitritos, que são compostos de nitrogênio e hidrogênio.
O nitrito de sódio é geralmente adicionado a produtos de carne curada como uma forma de evitar a contaminação por Clostridium botulinum, uma bactéria que pode causar botulismo, uma doença grave e potencialmente fatal.
Ele também é utilizado para dar cor e sabor às carnes curadas. No entanto, o nitrito de sódio tem sido objeto de controvérsia devido a preocupações de que ele possa ser cancerígeno quando consumido em grandes quantidades.
O ácido cítrico é utilizado para ajustar o pH de alimentos e bebidas, o que pode ajudar a evitar o crescimento de bactérias prejudiciais e prolongar a vida útil dos alimentos. Ele também é utilizado como um agente de sabor para adicionar acidez aos alimentos e bebidas, e é comumente utilizado em conjunto com outros ácidos, como o ácido ascórbico (vitamina C), para ajudar a estabilizar outros ingredientes.
O ácido cítrico é geralmente vendido como um pó cristalino branco ou como uma solução aquosa. Ele é solúvel em água e é facilmente adicionado a uma variedade de produtos alimentícios. O ácido cítrico é classificado como seguro para uso como acidulante alimentar pela Organização Mundial da Saúde
O ácido ascórbico, também conhecido como vitamina C, é um ácido orgânico naturalmente ocorrente encontrado em muitas frutas e vegetais. Ele é um composto químico com a fórmula molecular C6H8O6 e é amplamente utilizado como um nutriente dietético e um conservante alimentar.
Trata-se de um nutriente importante para o corpo humano, pois atua como um antioxidante e ajuda a manter o tecido conjuntivo saudável. Ele também é importante para o sistema imunológico e para a absorção de ferro. O ácido ascórbico é um conservante alimentar eficaz devido à sua capacidade de inibir o crescimento de bactérias e prolongar a vida útil dos alimentos.
Quanto às melhores formas de investir em conservantes de alimentos industrializados, uma opção seria pesquisar empresas que produzem e vendem esses produtos, como aqui mesmo na Pantec. Além disso, pode ser útil considerar a demanda atual e futura por conservantes de alimentos, bem como qualquer tendência emergente no setor de alimentos processados que possa trazer possibilidades interessantes para o projeto.
É importante levar em consideração que o mercado de conservantes alimentares pode ser afetado por fatores externos, como tendências de consumo, regulamentações governamentais e mudanças nas matérias-primas utilizadas na produção de conservantes. Além disso, é importante fazer uma pesquisa cuidadosa e considerar a situação financeira e as perspectivas de crescimento das empresas em que se deseja investir.
A Pantec conta com uma linha completa de conservantes para alimentos industrializados, especialmente os pães. Com uma variedade que atende a todos os tipos de investidores, aqui você terá à disposição tudo o que precisa para começar o seu negócio.
Clique em cada um dos produtos acima, e confira os detalhes que precisa para começar o seu negócio. Estamos à sua disposição para atender projetos de maneira ainda mais particular.
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]]>A Pantec trabalha com diversos produtos de panificação que não podem faltar aos seus projetos de panificação. Com tantas opções no mercado, pode ser desafiador manter a lista atualizada, e nesse âmbito, temos uma breve lista com alguns dos produtos mais importantes para manter sua produção sempre em alta.

Adiante, oferecemos mais detalhes sobre os produtos importantes para sua panificação, com os detalhes necessários para começar ou manter sua produção. Mas caso queira usar apenas a nossa lista, temos uma disponível e pronto para uso.
Antimofos líquidos são parte importante no processo de conservação de produtos na panificação, atribuindo um custo relativamente baixo com uma qualidade única. Aqui na Pantec, contamos com o Conserv, de fórmula exclusiva, que garante a qualidade das suas massas por muito mais tempo, e livre de mofos.
Usado não apenas em panificações, mas produtos de segmentos próximos como queijos, molhos de tomate e confeitaria, o sorbato é conhecido por aumentar a conservação dos produtos de maneira mais prolongada, e sem causar riscos à saúde, ao contrário do que costuma ser dito.
Atua como inibidor de bactérias e mofos, sendo a principal forma de proteção desses complementos tão desejados na panificação. Também são utilizados em massas frescas, massas frescas e pães com fermento biológico, bolos e tortas.
É o produto que não pode faltar nos seus investimentos de confeitaria. Com um custo relativamente baixo, é possível investir em diversos produtos, incluindo a panificação, com foco em aumentar a umidade e a maciez das massas.
Para produtos da panificação que levam glúten, ter uma opção de fácil manipulação, e que garantem mais textura na conservação, é muito importante, e é possível investir com qualidade por meio do trigo vital.
Não deixe de investir em qualidade com a Pantec! Contamos com todos os produtos para panificação que não vão faltar em sua fábrica em nenhum momento. Com ainda mais opções de produtos para sua panificação, conte com a experiência e qualidade da Pantec!
Faça seu orçamento conosco!
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Eliminar o glúten ou não tem sido uma questão bastante polêmica, e não é de hoje. Por conta das dietas da moda, o glúten (proteína encontrada no trigo, na cevada etc.) ganhou um papel de vilão na alimentação da população brasileira. O que não faltam são receitas internet afora de pratos conhecidos da panificação que não levam glúten, como o grande diferencial.
Um dos motivos para essas alegações é que o trigo possui propriedades inflamatórias para o intestino e, portanto, não poderia ter um lugar em um estilo de vida saudável. O que não é, necessariamente, verdade.
Desde meados de 2010, o tema inflamação intestinal vem ganhando grande proporção e muitas vezes é utilizado para justificar tudo, principalmente quando se fala sobre emagrecimento, e por isso surgiram muitas dietas com a exclusão de glúten como estratégia para emagrecer.
Mesmo que elas tenham sua base nutricional, esse ponto não é totalmente verídico. O corpo humano tem muitas nuances de pessoa para pessoa, e compreender essas particularidades facilita na hora de cortar o glúten ou não.
Acontece que, mesmo com essas estratégias de retirar o glúten, além de outras existentes, a população brasileira continua aumentando os índices de sobrepeso e obesidade. Então, talvez retirar glúten não seja tão milagroso assim para emagrecer.
De fato, existe uma boa parte da população que é sensível à presença do glúten no organismo, o que pode vir a aumentar processos inflamatórios no intestino. Logo, dependendo de como estiver o estilo de vida de quem tem sensibilidade ao glúten, seu consumo tende a dificultar o emagrecimento.
Um estudo feito em Harvard (EUA) com mais de cem mil pessoas não encontrou nenhuma associação com consumo de glúten e doenças inflamatórias. Em longo prazo, também não foi encontrada nenhuma comprovação do aumento de doenças cardíacas por causa da ingestão de glúten — este era o foco do estudo.
Contudo, ocorreu uma outra descoberta. A retirada de glúten por pessoas que não tinham sensibilidade ou doença celíaca tendia a diminuir o consumo de alimentos ricos em fibras, favorecendo a possibilidade de doenças cardíacas, diabetes e problemas no sistema gastrointestinal. Além de diminuir a presença de prebióticos, que são alimentos para as bactérias boas do intestino.
Sobre o consumo de fibras, é importante deixar claro que elas não existem só em alimentos com a presença de glúten: a substância está presente na aveia, na quinoa, no amaranto e alguns outros alimentos, igualmente benéficos para as bactérias boas ao intestino.
Em relação às pessoas que são sensíveis ao glúten, mesmo tendo uma sensibilidade leve, e continuam consumindo alimentos com presença da substância, para o organismo é como se o sistema imunológico estivesse sempre batalhando para evitar o impacto da sua presença no intestino, o que aí sim pode causar problemas.
Em geral, as consequências são:
Conforme essas consequências se tornam mais graves, pode-se dizer que esses indivíduos têm doença celíaca, portanto, nesses casos o glúten deve ser eliminado da alimentação.
Além dos celíacos e daqueles que têm sensibilidade ao glúten, pessoas com alergia ao trigo ou dermatite herpetiforme devem evitar o consumo da proteína encontrada no trigo. Já quem não tem problemas com doenças intestinais pode consumir o glúten sem problema nenhum.
Cortar ou não o glúten vai além de um discurso para favorecer a indústria alimentícia.
Há estudos que demonstram o crescimento do mercado de comida “sem glúten”, com mais de US$ 10 bilhões por ano desde 2012. Da mesma forma, foi observado também que as pessoas que consumiam mais desses alimentos não tinham nenhum problema intestinal nem doença celíaca.
A conclusão a que chegamos é que, independente ou não da presença do glúten, a propaganda trabalha em torno deles geram altos retornos para a indústria.
Sendo assim, algo relevante de se observar na maioria dos estudos é que, se você não tem nenhum problema com o consumo de glúten, não precisa excluir ele da sua vida só porque alguma celebridade divulgou essa informação na internet.
Para esse assunto, assim como outros relacionados à saúde, é importante ter senso crítico e entender os motivos das suas escolhas relacionadas à saúde e ao bem-estar.
E sem dúvidas, procurar por profissionais de saúde especialistas no assunto, como um endocrinologista ou nutricionista, para atestar suas sensibilidades a determinadas substâncias, e redirecionar a alimentação de acordo.
Veja o artigo completo nessa matéria da UOL.
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